Fibrocimento

O fibrocimento foi uma das maiores tendências da construção civil em Portugal durante os anos 60, 70 e 80. O país encheu-se de “telhas onduladas” que substituíam as tradicionais, de depósitos de água cinzentos e até de tubos feito do mesmo material. Era então um dos materiais mais utilizados no país para isolamento.

O sucesso do fibrocimento foi tanto que ficou conhecido como “placas de Lusalite”, o nome da empresa que o fabricava. Só nos anos 90 surgiram os alertas acerca dos perigos do amianto, uma das matérias-primas do fibrocimento, o que levou progressivamente ao seu desuso.

Hoje, o amianto é um material cujo uso foi proibido, e a remoção de placas de amianto deve ser assegurada por equipas altamente especializadas. A VINTAGE dispõe de técnicos preparados para o ajudar de forma a que possa substituir o amianto da sua casa por materiais mais saudáveis e seguros.

 

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O que é o fibrocimento?

De uma forma simples, o fibrocimento juntava o cimento e o amianto. Aliás, as características deste material advinham daí: o cimento fazia o papel de aglomerante, enquanto as fibras de amianto davam consistência e elasticidade ao produto final.

O sucesso do “lusalite” ficou a dever-se sobretudo à sua simplicidade de fabrico, que permitia a sua venda a um preço baixo e acessível. Além disso, era bastante versátil e facilmente moldável. Podia utilizar-se em placas para coberturas, tubagens para diversos fins e em depósitos de água.

Não é possível notar, a olho nu, que materiais em fibrocimento contêm ou não amianto.

 

Fibrocimento substituição

Substituição de fibrocimento.

Fibrocimento telhado

Chapas de fibrocimento.

Fibrocimento amianto

Substituição de fibrocimento.

Porque foi proibido o amianto?

Nos anos 90 começaram a surgir os primeiros relatos acerca dos perigos do amianto para a saúde pública. Pessoas expostas a fibrocimento por períodos longos e interruptos começaram a ser diagnosticadas com doenças pulmonares, digestivas e cutâneas de forma desproporcional. Segundo a Direção Nacional de Saúde, o amianto possui substâncias cancerígenas e as doenças mais comuns associadas a uma exposição excessiva são asbestose, mesotelioma, cancro do pulmão e cancro gastrointestinal.

Isto afetou especialmente aqueles que trabalhavam nos serviços, pois havia edifícios de escritórios, escolas e até centros de saúde cujo isolamento continha amianto. Já houve, por todo Mundo, funcionários a processar os seus antigos empregadores devido a danos causados pela sobre-exposição a fibrocimento.

Em Portugal, assim como na União Europeia, a utilização e comercialização de amianto foi totalmente proibida em 2005. No entanto, o seu uso foi restringido mais de dez anos antes, em 1994. A maioria das telhas “lusalite” fabricadas até 1994 terão, portanto, amianto, enquanto as fabricadas posteriormente já não devem contê-lo. A fábrica da Lusalite, em Oeiras, fechou as portas em 1999.

Um dos maiores sinais de alarme a nível mundial foi dado em 1991. O edifício que aloja a Comissão Europeia, conhecido como Berlaymont, foi desalojado devido à sua construção em amianto. Só em 2004, depois de longas remodelações, voltou novamente a ser usado.

 

Fibrocimento telhas

Chapa de fibrocimento a substituir.

Substituição fibrocimento

Substituição de fibrocimento.

Remoção fibrocimento

Substituição de fibrocimento.

Como substituir o meu telhado em amianto?

Uma vez que o fibrocimento se tornou num dos materiais mais usados na construção civil em Portugal, não foi possível remover todas as placas de amianto de Norte a Sul. Muitos edifícios ainda não foram remodelados, e é possível que o seu prédio ainda possua telhado ou isolamentos em amianto.

Mas, ao contrário do que muitas vezes se pensa, o fibrocimento não é um material radioativo que afeta aqueles que a ele estiveram exposto. O que é realmente perigoso são as partículas de amianto que o fibrocimento liberta quando começa a degradar-se. E, se não for removido adequadamente, o efeito será o mesmo: o fibrocimento irá desfazer-se de forma a espalhar partículas.

Assim, a remoção de fibrocimento deve ser feita com cuidados que evitem a sua propagação para o meio ambiente. Caso contrário, a fibras de amianto irão alojar-se nos pulmões daqueles a que a elas estiveram expostos – o que causa cancro ao fim de duas ou três décadas. Também é necessário assegurar que, após a remoção, o amianto é eliminado de forma segura para o meio ambiente.

Confie numa equipa preparada como a da VINTAGE, que confia apenas em empresas certificadas para a substituição de amianto. O gestor de obra irá fazer o levantamento de todos os trabalhos a executar e as medições necessárias. Podemos igualmente aconselhá-lo sobre o tipo de telhado e isolamento que deve escolher para a sua moradia.